Amados irmãos, é nosso dever como cristãos defender a vida sim, desde a sua concepção. Condenamos sim o aborto, porém é nosso dever também defender a vida em todas as suas etapas, lutando para garantir que o nosso povo tenha uma vida dígna.
A questão do aborto deve sim ser debatida, mas não é a única. O que parece é que estamos nos esquecendo do que o evangelho nos ensina: a partilha, o amor ao próximo e tantas outras formas de servir, estamos nos esquecendo daquilo que sempre lutamos e que sempre destacou a igreja na política, "justiça social".
Justiça social é nada mais nada menos que lutar para que o nosso povo viva bem, tenha uma boa educação, saúde de qualidade, emprego e moradia digna são pontos importantíssimos que não podem fugir do debate político.Esse desvirtuamento do debate político levou o arcebispo metropolitano de São Paulo e secretário-geral da CNBB, cardeal Dom Odilo Scherer, a se manifestar sobre o caso.
“A polarização em torno do assunto não é boa, porque temos muitos temas que devem também ser levados em consideração na hora do voto”, disse o cardeal no encerramento da Semana Nacional da Vida, em São Paulo. Para dom Demétrio Valentim, da Diocese de Jales, interior de São Paulo, a questão do aborto está sendo “instrumentalizada para fins eleitorais”.
D. Odilo se esquivou de responder, entretanto, se são transparentes as posições de Dilma e Serra sobre a questão. Segundo ele, suas considerações foram feitas “em linhas gerais”, e lhe faltaria conhecimento específico sobre as posições dos candidatos para comentar.
Questionado se a questão poderá definir a eleição, o cardeal disse que é o “conjunto de questões e de propostas que os eleitores irão levar em consideração” na hora do voto.
Segundo o cardeal, a função da Igreja no debate deve ser no sentido de dar subsídios para que o fiel tome sua decisão por conta própria. “A Igreja e a CNBB se propuseram a não indicar partidos, nem candidatos
D. Odilo descarta, no entanto, uma eventual punição aos religiosos que contrariarem a determinação da CNBB, uma vez que “eles são livres para se manifestar”.
Para o cardeal de São Paulo, é “legítimo” que haja divergência de posições dentro do episcopado brasileiro, mas isso não acarreta prejuízo para a unidade da entidade. “Não há divisão na CNBB. Evidentemente que nós somos mais de 400 bispos católicos no Brasil, membros da CNBB. Temos cabeças diferentes, e muitas vezes posições diferentes.”
concordo plenamente com o texto, o aborto é importante mesmo mas tem muita coisa importante tambem, não podemos esquecer agora de tanta coisa boa que o Lula e Dilma fizeram
ResponderExcluirGente abra os olhos, será que vamos deixar essa raça que não gosta de pobre nem de nordestino voltar de novo, prá terminar de entregar nosso patrimonio pros gringos....acorda meu povo
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